
Ontem foi a inauguração do Parque Carmo Bernardes, situado no bairro Parque Atheneu em Goiânia.
Lar de um grande lago, que antes era apenas uma fonte de contaminação, o parque sofreu uma grande mudança.
Quando eu era pequena, minha avó morava aos arredores daquele parque que tinha o apelido de “pista de Cooper”. Eu e meu pai fazíamos corrida nesta pista esquivando-se de todos os buracos e dando gargalhadas. Brincava no balanço, no “trepa-trepa” e no escorregador. Conseguia me divertir naquela “pista” caída aos pedaços.
O tempo passou, eu cresci e ficava ouvindo promessas de políticos da região que iriam reformar a “pista”. Cansava de ver reportagens na tevê local sobre o descaso da prefeitura... Até que chegou um tempo que não me interessava mais pela “pista”, parei de correr nela e nem sequer ia até lá ver a antiga casa da minha avó, que faz mais de dez anos que não mora mais lá.
Acabei ficando ignorante demais. Admito.
Depois de tantos anos, meu pai que nunca parou de correr no parque, chegou à nossa casa me dando uma notícia: Filha, o Parque Carmo Bernardes está reformado!
Não dei tanta atenção a ele, estava tão “ocupada”... Mas ele ficou me insistindo durante quase um mês incansavelmente.
Ontem ele me chamou para ir à inauguração do PARQUE, aceitei. Como ele conseguiu me convencer? Avisando que iria ter uma orquestra de música clássica. Ele é ótimo, tenho que admitir.
Chegando lá, me deparei com uma cena maravilhosa: o lago sujo agora se tornou em um belo espelho de água, a pista antes toda esburacada, agora está lisinha, os parquinhos com brinquedos novos e bancos debaixo das árvores com vista para o lago.
Bem, agora se quiser me encontrar, estarei lá, no Parque Carmo Bernardes escrevendo meus poemas ou apenas me livrando da solidão, agora tenho pelo menos um motivo para me orgulhar de onde moro.
Lar de um grande lago, que antes era apenas uma fonte de contaminação, o parque sofreu uma grande mudança.
Quando eu era pequena, minha avó morava aos arredores daquele parque que tinha o apelido de “pista de Cooper”. Eu e meu pai fazíamos corrida nesta pista esquivando-se de todos os buracos e dando gargalhadas. Brincava no balanço, no “trepa-trepa” e no escorregador. Conseguia me divertir naquela “pista” caída aos pedaços.
O tempo passou, eu cresci e ficava ouvindo promessas de políticos da região que iriam reformar a “pista”. Cansava de ver reportagens na tevê local sobre o descaso da prefeitura... Até que chegou um tempo que não me interessava mais pela “pista”, parei de correr nela e nem sequer ia até lá ver a antiga casa da minha avó, que faz mais de dez anos que não mora mais lá.
Acabei ficando ignorante demais. Admito.
Depois de tantos anos, meu pai que nunca parou de correr no parque, chegou à nossa casa me dando uma notícia: Filha, o Parque Carmo Bernardes está reformado!
Não dei tanta atenção a ele, estava tão “ocupada”... Mas ele ficou me insistindo durante quase um mês incansavelmente.
Ontem ele me chamou para ir à inauguração do PARQUE, aceitei. Como ele conseguiu me convencer? Avisando que iria ter uma orquestra de música clássica. Ele é ótimo, tenho que admitir.
Chegando lá, me deparei com uma cena maravilhosa: o lago sujo agora se tornou em um belo espelho de água, a pista antes toda esburacada, agora está lisinha, os parquinhos com brinquedos novos e bancos debaixo das árvores com vista para o lago.
Bem, agora se quiser me encontrar, estarei lá, no Parque Carmo Bernardes escrevendo meus poemas ou apenas me livrando da solidão, agora tenho pelo menos um motivo para me orgulhar de onde moro.
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