Uma data tão bonita não pode ser deixada para trás... 10 de dezembro.
Há exatos 37 anos o meu (um dos...) maior ídolo acabava de nascer.
Caramba, ele está ficando velho hein? Mas não importa, contando que sua alma continue por um bom tempo jovem, tudo vale.
Não sabe ainda de quem eu estou falando? Do Brian Molko, a minha mocinha do coração, quer dizer, nossa mocinha. Está bem, ele não é uma mocinha, mas um pai de família responsável.
Se eu te contar que suas poesias já me fizeram erguer a cabeça tantas vezes, você ficaria o dia inteiro lendo este post. Mas eu tenho razão, em matéria de bobagens e declarações de amor o Molko é um mestre, ele consegue escrever sobre os detalhes de sua vida tão bem que até eu fico com inveja dele. E é impressionante o quanto que somos capazes de nos identificar com pelo menos uma letra de música.
Brian, Brian...
Sabendo pouco de sua vida, eu acho que ele sempre foi um incompreendido, não só no amor, mas também pelo seu modo de ser. Claro que quase todos os músicos são dessa maneira, mas o Molko é diferente, até pelo seu modo de falar sobre seu sofrimento.
Espero que agora ele perceba - se ainda não percebeu - que tem um monte de pessoas que o ama, fãs, o Stefan e principalmente o filhinho dele. Sempre vai tem alguém que pensa nele, que o admira e vê que ele é uma boa pessoa.
Brian, eu te admiro muito e feliz aniversário!!!
(eu sei que ele não vai ler isso, mas eu o adoro).
Seja bem-vindo.
Lembre-se: dependemos de você.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Livros e coisa e tal
Hoje em dia temos um monte de livros espalhados por várias bibliotecas do mundo inteiro ou à venda em livrarias.
Estava eu em uma livraria no shopping perto de casa. Comecei a procurar algum livro que me agradasse e que fosse acessível ao meu bolso. Demorei mais de duas horas procurando incansavelmente, acabei perdendo até a sessão de um filme no cinema.
Durante toda essa procura, encontrei livros que já li (como o famosíssimo “Crepúsculo”) e livros que não dou à mínima (como “O Código da Vinci”, porque, convenhamos, aquele livro não é de tanta importância para sua vidinha, muito menos o “Crepúsculo”, vai lá saber né?) e percebi que não iria achar nunca.
Pelo menos na livraria que eu entrei, só tinha livros sobre histórias fictícias, quer dizer, bem fictícias mesmo. Já leu “Garota Infernal”? “Marcada”? “Crepúsculo”? Todos os livros de adolescentes contando histórias sobre seres fantásticos.
Esse tipo de literatura deveria ser de crianças, não acha? Vampiros, demônios, lobisomens, anjos, unicórnios, ursos falantes e fofos. Está bem, esses últimos não estão nesses tipos de livros.
Onde está Paulo Coelho, Cecília Meirelles, Anne Rice (essa fala de vampiros, mas de uma forma que Stephenie Meyer nunca iria chegar aos pés), Machado de Assis...? Onde estão os verdadeiros escritores que são capazes de inventar histórias mais humanizadas?
Talvez na sessão de livros não tão comprados.
Eu fiquei pensando nisso, fui para essa sessão e os encontrei. Levei “Entrevista com o Vampiro” de Anne Rice.
Nada contra aos livros de adolescentes que estão saindo por aí, são muito bons, mas porque acho que os “teens” devem ler literatura consagrada com mais vontade, é a mesma coisa que uma pessoa que escuta “Cine” e escutar também “Sonic Youth” e depois comparar os dois e ver qual tem mais conteúdo.
Estava eu em uma livraria no shopping perto de casa. Comecei a procurar algum livro que me agradasse e que fosse acessível ao meu bolso. Demorei mais de duas horas procurando incansavelmente, acabei perdendo até a sessão de um filme no cinema.
Durante toda essa procura, encontrei livros que já li (como o famosíssimo “Crepúsculo”) e livros que não dou à mínima (como “O Código da Vinci”, porque, convenhamos, aquele livro não é de tanta importância para sua vidinha, muito menos o “Crepúsculo”, vai lá saber né?) e percebi que não iria achar nunca.
Pelo menos na livraria que eu entrei, só tinha livros sobre histórias fictícias, quer dizer, bem fictícias mesmo. Já leu “Garota Infernal”? “Marcada”? “Crepúsculo”? Todos os livros de adolescentes contando histórias sobre seres fantásticos.
Esse tipo de literatura deveria ser de crianças, não acha? Vampiros, demônios, lobisomens, anjos, unicórnios, ursos falantes e fofos. Está bem, esses últimos não estão nesses tipos de livros.
Onde está Paulo Coelho, Cecília Meirelles, Anne Rice (essa fala de vampiros, mas de uma forma que Stephenie Meyer nunca iria chegar aos pés), Machado de Assis...? Onde estão os verdadeiros escritores que são capazes de inventar histórias mais humanizadas?
Talvez na sessão de livros não tão comprados.
Eu fiquei pensando nisso, fui para essa sessão e os encontrei. Levei “Entrevista com o Vampiro” de Anne Rice.
Nada contra aos livros de adolescentes que estão saindo por aí, são muito bons, mas porque acho que os “teens” devem ler literatura consagrada com mais vontade, é a mesma coisa que uma pessoa que escuta “Cine” e escutar também “Sonic Youth” e depois comparar os dois e ver qual tem mais conteúdo.
Billie Joe e suas frases

Sabe aquele vocalista do Green Day que tem uma cara de bebê? Pois é, dentro daquela mente existe pensamentos grandes.
Billie Joe Armstrong faz declarações polêmicas até mesmo em suas letras de músicas. “American Idiot” é um exemplo claro do que estou falando. Até Brandon Flowers, vocalista do Killers ficou pasmo por causa da língua afiada do Billie.
A minha frase favorita do Armstrong é essa:
“O rock n’ roll pode salvar o mundo, sim. Ele pode ser a trilha sonora da revolução. Já vimos isso acontecer no passado. Depende da ambição das pessoas que o fazem.”
Sem dúvida o Green Day faz tanto sucesso por conta do vocalista, mas é claro que Mike Dirnt e Tré Cool não ficam para trás.
Billie Joe Armstrong faz declarações polêmicas até mesmo em suas letras de músicas. “American Idiot” é um exemplo claro do que estou falando. Até Brandon Flowers, vocalista do Killers ficou pasmo por causa da língua afiada do Billie.
A minha frase favorita do Armstrong é essa:
“O rock n’ roll pode salvar o mundo, sim. Ele pode ser a trilha sonora da revolução. Já vimos isso acontecer no passado. Depende da ambição das pessoas que o fazem.”
Sem dúvida o Green Day faz tanto sucesso por conta do vocalista, mas é claro que Mike Dirnt e Tré Cool não ficam para trás.
Baixista para o White Stripes

Nessa semana estava olhando a comunidade do orkut da banda White Stripes e acabei me intrigando por um dos temas discutidos no fórum.
O tema sugeria que os fãs falassem o que achavam sobre a possível entrada de um baixista na banda.
Todos sabem que o White Stripes é basicamente uma dupla: Jack White na guitarra e vocal e Meg White na batera. Só esses dois já são capazes de fazerem grande sucesso no mundo todo.
Até aí tudo bem, até começar todo esse alvoroço no orkut.
Bem, sabe o que acho? Ninguém seria o bastante para entrar em uma banda do estigma do White Stripes.
Se o Jack e a Meg White não têm um outro parceiro de banda, é porque os dois já sabiam que eram gênios.
O tema sugeria que os fãs falassem o que achavam sobre a possível entrada de um baixista na banda.
Todos sabem que o White Stripes é basicamente uma dupla: Jack White na guitarra e vocal e Meg White na batera. Só esses dois já são capazes de fazerem grande sucesso no mundo todo.
Até aí tudo bem, até começar todo esse alvoroço no orkut.
Bem, sabe o que acho? Ninguém seria o bastante para entrar em uma banda do estigma do White Stripes.
Se o Jack e a Meg White não têm um outro parceiro de banda, é porque os dois já sabiam que eram gênios.
Lua Nova

Assisti na semana passada o filme do momento: Saga Crepúsculo - Lua Nova. Para confessar, perdi meu tempo.
Um dos filminhos mais sem sal que já assisti.
No começo bastante emo-cionante, mas depois piorava à medida que o tempo ia passando. Apesar de ter lido todos os livros da série, os filmes deixam muito a desejar.
Para começar os atores. Kristen Stewart, que faz a protagonista Bella, tem uma cara que me dá enjôo. Nada contra a garota, mas ela em minha opinião é uma péssima atriz, o que já foi afirmado por várias pessoas que entendem mais do assunto do que eu.
Robert Pattinson estava mais pálido do que no primeiro filme, o que é compreensível, pois ele faz um vampiro. Mas sua atuação piorou bastante. Agora, o carinha que faz o menino – lobo, Taylor Lautner, toda vez que aparecia na telona um monte de menininhas púberes gritavam de tanta emoção, o que fez com que eu não entendesse metade das cenas.
Esse é o problema de colocar um “gostosão” no papel de um dos protagonistas.
Chamou-me atenção foram os personagens coadjuvantes: o clã dos Cullen e o clã dos Volturi. Não vou citar todos os atores, mas aqueles que mais me intrigaram:
O ator Jackson Rathbone, que faz o Jasper – que eu acho mais bonito do que os principais – mudou de corte de cabelo, não sei se alguém reparou... Michael Welch, que faz um dos amigos apaixonados de Bella, engordou bastante.
Falando em bonitinhos, Charlie Bewley, o Demetri do clã dos Volturi, é tão fofo... E não gostei nada da aparência do Jamie Campbell Bower, o Caius, ele é tão lindo e ficou horroroso no filme.
Dakota Fanning. Guarde esse nome.
Está bem, até aí ninguém se decepcionou, só eu.
Chris Weitz, o diretor, sempre me emocionou principalmente naquele filme: A Bússola de Ouro. Mas agora, em Lua Nova, não.
Duvido bastante que o próximo filme – Eclipse (que é bem provável que tenha um novo diretor) - vai me fazer mudar de idéia. É esperar para crer.
Um dos filminhos mais sem sal que já assisti.
No começo bastante emo-cionante, mas depois piorava à medida que o tempo ia passando. Apesar de ter lido todos os livros da série, os filmes deixam muito a desejar.
Para começar os atores. Kristen Stewart, que faz a protagonista Bella, tem uma cara que me dá enjôo. Nada contra a garota, mas ela em minha opinião é uma péssima atriz, o que já foi afirmado por várias pessoas que entendem mais do assunto do que eu.
Robert Pattinson estava mais pálido do que no primeiro filme, o que é compreensível, pois ele faz um vampiro. Mas sua atuação piorou bastante. Agora, o carinha que faz o menino – lobo, Taylor Lautner, toda vez que aparecia na telona um monte de menininhas púberes gritavam de tanta emoção, o que fez com que eu não entendesse metade das cenas.
Esse é o problema de colocar um “gostosão” no papel de um dos protagonistas.
Chamou-me atenção foram os personagens coadjuvantes: o clã dos Cullen e o clã dos Volturi. Não vou citar todos os atores, mas aqueles que mais me intrigaram:
O ator Jackson Rathbone, que faz o Jasper – que eu acho mais bonito do que os principais – mudou de corte de cabelo, não sei se alguém reparou... Michael Welch, que faz um dos amigos apaixonados de Bella, engordou bastante.
Falando em bonitinhos, Charlie Bewley, o Demetri do clã dos Volturi, é tão fofo... E não gostei nada da aparência do Jamie Campbell Bower, o Caius, ele é tão lindo e ficou horroroso no filme.
Dakota Fanning. Guarde esse nome.
Está bem, até aí ninguém se decepcionou, só eu.
Chris Weitz, o diretor, sempre me emocionou principalmente naquele filme: A Bússola de Ouro. Mas agora, em Lua Nova, não.
Duvido bastante que o próximo filme – Eclipse (que é bem provável que tenha um novo diretor) - vai me fazer mudar de idéia. É esperar para crer.
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